Poesias

 Pandêmico

Estou endêmico
Sou pandêmico
Em um mundo esquizofrênico
Posterior prostrada Pandora
Extingue-se a mata e a flora
Apaga-se luz da aurora
E não constato um perdão.

Um tanto hegemônico
Nada eudemônico
Não há grito supersônico
Que transmute a sensação
Vê-los gélidos
Caixa
Chão
Não há nem ponderação
Às chagas do coração.

Reeditado da Praia do @Cassino>
10/abril/2020

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