Só sei que foi assim...

  [Página em perpétua construção]

Há o armador, maior e mais forte do que todos no navio, mas um tanto surdo e um tanto míope, com um conhecimento de navegação que se compara à sua visão. Os marinheiros discutem entre si pela capitania do navio, cada um pensando que deveria ser capitão, embora nunca tenha aprendido essa habilidade, nem possa apontar quem o ensinou ou uma época em que a estava aprendendo. Além disso, eles dizem que ela não pode ser ensinada. Na verdade, eles estão preparados para cortar em pedaços qualquer um que diga que pode. O próprio comandante está sempre cercado por eles. Eles lhe imploram e fazem tudo o que podem para que ele lhes entregue o leme. Às vezes, se outras pessoas podem persuadi-lo e eles não podem, matam os outros ou os jogam ao mar. Então imobilizam seu digno comandante com drogas ou bebida ou por algum outro meio, e assumem o controle do navio, consumindo o que ele está carregando. Bebendo e festejando, eles navegam da maneira que você esperaria que pessoas assim navegassem. Mais do que isso, se alguém sabe encontrar para eles meios de persuadir ou obrigar o comandante a deixá-los assumir o controle, eles o chamam de um verdadeiro marinheiro, um verdadeiro capitão, e dizem que ele realmente entende de navios. Quem não consegue fazer isso é tratado com desprezo, chamando-o de inútil. Eles nem mesmo começam a entender que, se alguém deseja estar realmente apto para assumir o comando de um navio, um capitão de um navio de verdade deve necessariamente estar completamente familiarizado com as estações do ano, as estrelas no céu, os ventos e tudo mais a ver com sua arte. Quanto a como ele vai dirigir o navio - independentemente de alguém querer ou não - eles não consideram isso como uma habilidade ou estudo adicional que pode ser adquirido além da arte de ser o capitão de um navio. Se for esta a situação a bordo, você não acha que a pessoa genuinamente equipada para ser capitão será chamada de alguém com cabeça nas nuvens (μετεωροσκόπον, "olhador de estrelas"), tagarela, sem utilidade para eles, por quem navega em navios com esse tipo de tripulação?



Com essa alegoria de Platão inicio um novo blog, e o faço pessoal, por razões obvias. O individualismo
 gerado por conta dessa pandemia nos enclausura mentalmente. Assim nos tornando reféns de 
pensamentos negativos uns quanto aos outros e em relação ao resto assim como forma de Ouroboros
 da energia.
No fim das contas todo aquele sentido humano de união se desfez, com esse "experimento" e observando que as pessoas 
mergulham no seu eu, esquecendo do resto. E não digo isso por mim! Exatamente por expor a situação 
me sinto um caso à parte, sem mais referências de outros que possam ainda cultivar dentro de si o 
sentimento de compaixão e amor ao próximo.
Maldito o homem!
Tenho mil teorias quanto ao que se passa na terra hoje, e uma delas de-se pelo fato de ter presenciado 
por muitos anos a vida nas ruas. Propositalmente. Pois havia me tornado um peregrino quase ascetíco. 
Tentando assim manter uma filosofia de vida que esta extinta ou destorcida, pois hoje um asceta pode 
muito bem ser equiparado à um mendigo. E essa classe de gente não é bem aceito na cncepção que carregamos
de sociedade.
Desde que parei de publicar no outro blog (e por favor não tenham essas publicações como tão relevantes
pois ali cometi muitos erros dos quais nunca mais vou poder alterar > O Google de certam forma reteve 
a posse do Blog, e nunca mais consegui recuperá-lo) aqui deixo o que recorri nessas viagens de
mochila que fiz pra que vocês compreendam um pouco da rotina que tinha. Rotina qual, no momento
Não pode mais ser repetida (a maior dor nessa pandemia pra mim. Não ser livre):


[(28.03.21)1=Continua:


                                                                
Fui um palhaço odiado em Alegrete
depois de retornar dessa viagem no
 Rio, Minas, Sampa e Floripa...

Vandalizei por várias razões...

Visitei minha escolinha
(Todos os kpt da Vila Nova
 saíram dessa escola. Incluindo.)

Uma das casas da minha infância...




Alegrete tava turbulento. Um clima de ranço. Pessoa desprezando.; Desprezíveis... Eu achava que o problema era só eu... Mas não era não.
Nesse dia do vídeo o Pedra falava em perseguição e que a gente ia ter que calar a boca...
Pouco mais de um mês depois ele...

Tive um filho maravilhoso, mas sumiu u.u

Meu amigo se suicidou na porta da minha casa...

Marcas na cidade.
Alegrete não vai esquecer tão cedo de mim.

Desenvolvi muita artesania diferenciada 
com intuito de seguir viagem
21 do 10 de 2019


Morei numa garagem de um militar 
que abandonou a casa tb, por algum
 tempo.

Risquei a Maria

Morei de barraca na minha própria cidade.
Inativa via férrea. A polícia não me encontrava
presente, quando encontrou não pôde "remover" 
e acionou a assistência social que me ofereceu uma 
passsagem pra capital (como se fosse solução de
vida ir pro inferno da POA)

Tava trampando no sinal, 
fazendo um bom ca$h

Produzindo artesania com plano de migrar.





Artigas


Parece um monte de dinheiro né?
1 real é equivalente a dez centavos de peso.


Meu palhaço abusivo presente.

Amigos incríveis em Riveira.

Amiga incrível em Tacuarembó <3

Coletei material pra porra.
Perdi tudo por uma situaçãozinha que mais
 tarde comento.


Parça!
Em tacuarembó encontrei o Angel.
Ele viajava apenas com um trompete e vivenciou tempos de
ouro no Rio de Janeiro



Morar de baixo da ponte em Passo de Los Toros é um luxo!











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